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Inteligência e Contágio Emocional: um estudo com trabalhadores brasileiros e angolanos

Sônia Maria Guedes Gondim, Valdiney Veloso Gouveia, Gisele Debiasi Alberton, Ana Célia A. Simões, Franciane Andrade de Morais e María Isabel Hernández Díaz


O estudo comparou trabalhadores brasileiros e angolanos em relação à inteligência emocional e ao contágio de emoções, considerando função gerencial, sexo e nível educacional. Participaram 431 trabalhadores, sendo 300 do Brasil e 131 de Angola, 71,5% com ensino superior, 37,8% exercendo função gerencial e idade média de 30 anos. Utilizou-se um survey eletrônico. Os resultados indicaram diferenças entre os países quanto à inteligência, mas não ao contágio. No Brasil, mulheres e gestores obtiveram médias mais elevadas de inteligência emocional, e em Angola, mulheres com ensino superior apresentaram maiores médias de inteligência emocional. Em relação ao contágio de emoções positivas, mulheres gestoras com ensino superior se contagiam menos que homens na mesma posição. Encontraram-se correlações positivas entre inteligência emocional e contágio. Artigo original publicado em Revista Interação em Psicologia Link: https://revistas.ufpr.br/psicologia/article/view/30819

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